Trump e o irs: um acordo podre que escala com os crimes

Donald Trump, em mais um movimento obsceno para se proteger, fechou um acordo com o Departamento de Justiça que envolve um pagamento bilionário ao IRS – um acordo que, francamente, supera em magnitude qualquer escândalo da história americana.

Um pacto de corrupção em escala gigantesca

Falamos em 10 bilhões de dólares, uma quantia monstruosa que tenta disfarçar a venda da alma do país. A manobra, orquestrada para enterrar investigações sobre as relações de Trump com a Rússia e o ataque ao Capitólio, é um exemplo gritante de como a democracia pode ser corrompida de dentro para fora. A ‘Anti-Weaponização Fund’ – uma máscara pomposa para um buraco negro financeiro – vai financiar, aparentemente, ‘vítimas de lawfare’ – uma eufemismo brutal para perseguição política.

Todd Blanche, o novo Procurador-Geral, não se dignou a explicar quem serão os beneficiários dessa fundação, mas já há denúncias de que indivíduos envolvidos no ataque de 6 de janeiro estão buscando compensação. É um teatro de sombras, uma orquestração meticulosa para reescrever a realidade. E, claro, o prazo para o processamento dos pedidos – mid-December 2028 – é uma ironia amarga, um ato final de revisionismo.

A desgraça revelada: tweed e mitchell em comparação

A desgraça revelada: tweed e mitchell em comparação

Comparar Trump com figuras como Boss Tweed ou John Mitchell é uma piada. Tweed era um ‘piker’, um arrivista. Mitchell, um monge franciscano, parecia um espectro de integridade em comparação. Os verdadeiros criminosos, os que se escondem atrás da toga e do uniforme, têm a decência de tentar manter suas atividades sub rosa, usando, no máximo, uma instituição por vez. Este caso, no entanto, é uma explosão de corrupção, um espetáculo de grinding e manipulação que desperta o horror.

Sidney Powell, que já se recuperava de um período de obscuridade, voltou à tona, sinal de que a verdade, por mais dolorosa que seja, não pode ser enterrada. A ilusão de um ‘pedido de desculpas’ formal, sem qualquer pagamento ou reparação, é a cereja no topo do bolo de hipocrisia. E o silêncio do IRS sobre a anulação de débitos e auditorias futuras é, em si, uma declaração de guerra.

Este acordo não é apenas um desvio financeiro; é a culminação de uma estratégia de negação e revisionismo, alimentada pela perpetuação da mentira sobre as eleições de 2020 e o ataque ao Capitólio. A ‘investigação’ de 2020 que está em curso é apenas mais um ato nesse jogo macabro. A verdade, como sempre, estará em outro lugar.