Fleur du mal: festa, sexo e a estratégia inusitada da marca brasileira

Jennifer Zuccarini, fundadora da Fleur du Mal, transformou as lojas da marca em verdadeiros polos de atração, oferecendo eventos exclusivos que vão muito além da simples venda de lingerie. De sessões de matchmaking a palestras sobre sexualidade, a estratégia é ousada e aparentemente inusitada.

Um universo de experiências para conectar com a clientela

Em Los Angeles, um evento de combinações amorosas; em Nova York, um painel com sexólogo. Em Brooklyn, noites com DJs e até leituras de palma. A marca não se limita a apresentar produtos, mas a criar um ambiente que convida à descontração e à troca de experiências. A recente inauguração em Nolita, Manhattan, exemplifica essa abordagem com um violinista-comediante e um artista que personaliza poemas com base nos desejos dos convidados.

A chave? Zuccarini busca entender o que a atrai, rejeitando a ideia de festas tradicionais com champanhe e pequenos copos.

“Eu sempre penso: o que seria interessante para mim? Ninguém quer ir a uma festa em uma loja e ficar parado com um copinho de champanhe”, afirma a fundadora. Essa filosofia, que remete a uma abordagem quase social, tem gerado proximidade com as clientes, que se sentem à vontade para compartilhar suas histórias e desejos.

Além da lingerie: a expansão para o ativo

Além da lingerie: a expansão para o ativo

A próxima etapa da marca é o lançamento da linha Fleur du Sport, uma coleção de 16 peças que combina o estilo característico da Fleur du Mal com funcionalidade. Com detalhes como tule de quatro vias, bodies com detalhes de renda e jaquetas estruturadas, a linha promete atender às necessidades de uma mulher moderna e ativa.

“No início, parecia que o mercado já estava saturado de leggings