Rolex celebra 100 anos com nova geração do oyster: uma herança de precisão
A Rolex completa 100 anos de história com um lançamento que não é apenas uma coleção, mas um tributo à sua própria essência: o Oyster. Um nome que ecoa a inovação, a durabilidade e a busca incessante pela perfeição.
A origem revolucionária: o oyster que desafiou o tempo
No início, existiu o Oyster. Antes do mergulhador, do cronógrafo piloto ou do modelo de festa como conhecemos hoje, estava uma ideia audaciosa e um fundador – Hans Wilsdorf – que ousou acreditar que um relógio de pulso podia ser mais do que um instrumento frágil e impreciso. Em 1905, a Rolex nasceu, mas foi em 1926, com o patenteamento do Oyster, que a marca estabeleceu suas bases. A saga começa com a solução para um problema aparentemente insolúvel: a criação de um invólucro selado.
Para provar que um relógio poderia ser completamente à prova d'água e de poeira, Wilsdorf equipou Mercedes Gleitze, a primeira mulher britânica a nadar do Canal da Mancha, com um Oyster. A imagem do relógio emergindo da água, ainda funcionando sem vazamentos ou perda de precisão, estampou a primeira página dos jornais. Rolex, então, publicou um anúncio ousado: “O melhor do mundo, testado em todas as condições”. O Oyster havia chegado para ficar.

Um século de evolução: o oyster perpetual 41
Um século depois, a Rolex celebra o centenário do Oyster com a nova geração do Oyster Perpetual 41. O caso e o bracelet são fabricados em Oystersteel, uma liga proprietária da Rolex conhecida por sua dureza e resistência à corrosão. O mostrador em grafite ardósia, com suas nuances de cinza, contrasta com o brilho do ouro amarelo 18k no bisel e na coroa, um detalhe que remete às primeiras referências do Oyster, como o Zephyr dos anos 50 – uma referência elegante à mistura de metais.
Mas a inovação não para por aí. O calibre 3230, que impulsiona o Oyster Perpetual 41, garante uma reserva de energia de 70 horas, um detalhe que demonstra o compromisso da Rolex com a precisão. E o cronômetro Superlative Chronometer, agora com critérios de teste aprimorados, é uma prova da busca contínua pela excelência. O selo verde, que acompanha cada Oyster Perpetual, representa um compromisso ainda mais rigoroso com a precisão.

Cores e texturas: uma celebração sensorial
O Oyster Perpetual 36, que também faz parte da coleção comemorativa, apresenta um mostrador vibrante com o padrão “Rolex” em laqueio multicor – a tão conhecida “Jubilee Dial”. A técnica, que exige a aplicação precisa de dez cores diferentes, é um testemunho da maestria artesanal da Rolex. A escolha das cores, o contraste entre o azul e o vermelho, evoca a rica história da marca, com seus detalhes que, por vezes, surpreendem.
Já os Oyster Perpetual 28 e 34, em 18k de ouro, representam um retorno à tradição, algo que não acontecia desde 2001. Seus mostradores são adornados com ponteiros em pedra natural nas posições de 3, 6 e 9 horas, uma assinatura rara na linha Oyster Perpetual. Um toque de luxo e sofisticação que ressalta a importância da atenção aos detalhes.
A Rolex não revela planos para o futuro, mas as fontes indicam que a celebração do Oyster Perpetual não será o último capítulo desta história de longevidade. A marca continua a refinar e aprimorar sua criação mais icônica, mantendo viva a promessa de precisão, durabilidade e elegância que a consagrou ao longo de um século.