Robbie assalta a mcqueen com a jaqueta napoleônica: a tendência está de volta?

Margot Robbie, sempre ousada, trocou o icônico vestido Chanel do Met Gala por uma jaqueta militar de corte impecável na estreia do espetáculo ‘1536’ em Londres. A peça, em preto com bordados dourados de McQueen Primavera 2026, já sinaliza um retorno audacioso.

O segredo da rainha da moda

A jaqueta, originalmente apresentada sem camisa, foi reinventada por Robbie com um cropped preto, demonstrando um senso de estilo que a coloca no topo da lista de influenciadoras. A escolha dos calças ultra-skinny, fiel à coleção, completa o visual, evidenciando a atenção aos detalhes da atriz.

Mas a história da jaqueta não começou com Robbie. Kate Moss, em 2005, já a desfilava em Glastonbury, antecipando a moda que se consolidaria nas passarelas. A Dior, em 2026, também apostou na peça, vestindo Jenna Ortega com um modelo mais ajustado, combinado com uma minissaia jeans despojada.

Uma efervescência runway

Uma efervescência runway

A ascensão da jaqueta Napoleônica não é um mero acaso. Designers como Seán McGirr, da McQueen, e Filippo Fior, da Ann Demeulemeester, já exploraram a estética em suas coleções Primavera 2026. A colaboração de Dua Lipa, que optou por shorts jeans ao invés do vestido original, demonstra a versatilidade do item.

O futuro da moda?

O futuro da moda?

Com a repercussão de Robbie, Ortega e Lipa, a jaqueta Napoleônica se tornou um símbolo de status e ousadia. Mas a questão que paira no ar é: será que podemos nos acostumar com tucans em alta? A resposta, provavelmente, reside na capacidade da moda de se reinventar, sempre em busca de novos ícones e tendências que desafiem as convenções.