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Década de 90: o retorno glamouroso dos supermodelos – e as tendências que estão bombando agora

O aroma dos anos 90 está de volta, e não se trata apenas de nostalgia. A beleza que definiu uma era – lábios marcantes, cabelos volumosos e a pele impecável – está ditando as tendências de 2026. Uma análise completa do que tornou essa estética tão duradoura.

A essência do glamour dos anos 90: uma explosão de cores e texturas

A década de 90 marcou uma ruptura com o excesso dos anos 80, com maquiagem mais leve e natural, porém impactante. Os lábios, em particular, ganharam destaque com uma linha impecável e um batom de cor marcante. Os olhos, por sua vez, eram realçados com tons terrosos e sombras esfumadas, criando um olhar misterioso e sedutor. A pele, impecável e com um toque de bronze, era a cereja do bolo dessa beleza minimalista, mas poderosa.

Os produtos-chave para reconstruir o look

Os produtos-chave para reconstruir o look

Para reviver essa estética icônica, a Vogue selecionou os produtos essenciais. Westman Atelier Face Trace Contour Stick, por exemplo, é perfeito para esculpir os traços, enquanto a paleta de sombras Charlotte Tilbury Luxury Eyeshadow Palette in The Sophisticate oferece a versatilidade necessária para criar looks dramáticos e sofisticados. O iluminador Dior Forever Glow Luminizer Powder Highlighter em 03 Pink Halo adiciona um toque de brilho natural, enquanto a base Armani Beauty Luminous Silk Natural Glow Blurring Foundation garante uma pele impecável e radiante. Não podemos esquecer do delineador Chanel Stylo Yeux Waterproof Long-Lasting Eyeliner e da máscara Benefit Cosmetics Lash Balm.

A influência duradoura: por que os anos 90 nunca saem de moda?

A influência duradoura: por que os anos 90 nunca saem de moda?

Ash K. Holm ressalta que a beleza dos anos 90 era um equilíbrio entre o ousado e o natural, valorizando certos traços enquanto mantinha uma aura de elegância e descontração. Essa combinação, que ainda ressoa em 2026, é a chave para o sucesso duradouro dessa estética. A visão de Sean Harris, que descreve a década como