Vogue vintage market: tesouros de passarela e estilo único à sua espera

Prepare-se para um mergulho na história da moda! O Vogue Vintage Market regressa a 28 de março, em Nova Iorque, prometendo uma seleção impecável de peças icónicas e exclusivas. Mas este não é um mercado de segunda mão qualquer – é um portal para o glamour de décadas passadas, com itens diretamente dos arquivos de designers e dos armários de amigos de Vogue.

Uma exibição de raridades: chanel, carolina herrera e loewe em destaque

A curadoria deste ano é de outro nível. Imagine poder adquirir um vestido de alta-costura Chanel da coleção Primavera 2016, usado nas passarelas sob um casaco a condizer. Ou, quem sabe, um deslumbrante vestido Carolina Herrera, visto por Irina Shayk e, posteriormente, por Joey King. Para os amantes de acessórios, o Puzzle 10 re-editado da Loewe, um marco na história da marca, é uma tentação irresistível. E a lista continua: o elegante tuxedo de Anok Yai, criado por Michael Kors para os CFDA Awards, e um vibrante vestido de chiffon Dior, testemunha de um 30º aniversário sob o signo de Maria Grazia Chiuri.

O evento, este ano apresentado por Doja Cat, reunirá racks e racks de peças de arquivo e artigos para a casa, provenientes do eBay (o parceiro oficial de vintage e artigos em segunda mão da Vogue) e cuidadosamente selecionados por Amy Astley, Emma Chamberlain, Paloma Elsesser e Liana Satenstein. Mas a grande surpresa? Doações diretas dos arquivos dos designers e de um grupo seleto de amigos de Vogue. Os bilhetes, ao preço de 45 dólares, exigem RSVP e uma doação, com 100% do rendimento líquido a beneficiar o CFDA/Vogue Fashion Fund e o Center for Youth Mental Health no NewYork-Presbyterian.

Um olhar mais detalhado: as peças que estão a roubar a atenção

Um olhar mais detalhado: as peças que estão a roubar a atenção

Comecemos pelo vestido de Chanel Couture Primavera 2016, um achado de um doador anónimo com um gosto refinado. Este exemplar, usado nas passarelas sob um casaco coordenado, reflete a visão de Karl Lagerfeld sobre a “ecologia da alta-costura”, onde a qualidade e a longevidade superam o espetáculo. O seu corte midi, com mangas bufantes e cintura definida por um ligeiro ajuste no tweed, é uma ode à precisão e sobriedade da Chanel.

O vestido de Carolina Herrera Primavera 2025, uma combinação ousada de preto e amarelo, é outro destaque. Visto por Irina Shayk e Joey King, o modelo com corpete em preto e saia volumosa em amarelo vibrante, captura a essência do “uau” prometido por Wes Gordon. A sua fluidez e elegância tornam-no perfeito para uma noite de gala.

Para os aficionados por acessórios, a bolsa Loewe Puzzle 10 é uma peça indispensável. Esta reedição do icónico modelo Puzzle, com flores de plumeria em azul marinho e branco, combina a precisão da construção da Loewe com um toque surreal e tropical.

A lista continua com um casaco Chanel Couture Primavera 2015, um cinto Khaite Primavera 2024, um vestido Marc Jacobs Outono 2024, uma bandana Gigi Burris 2024 usada por Future na capa da GQ, um casaco Miu Miu Primavera 2025 e um elegante sapato Tory Burch Outono 2024.

Mas a cereja no topo do bolo é, sem dúvida, o vestido Dior de 2016/2017, usado por Bee Shaffer Carrozzini para celebrar o seu 30º aniversário. Um vestido de chiffon vermelho, simples na sua construção, mas poderoso no seu efeito, que personifica a elegância e sensualidade da era Maria Grazia Chiuri na Dior.

Este ano, o Vogue Vintage Market não é apenas um mercado; é uma oportunidade de possuir um pedaço da história da moda, de apoiar causas nobres e de celebrar o estilo atemporal. Não perca!