A mãe que confecciona memórias
Ao cuidar de uma menina de apenas nove meses, uma mãe se torna uma artista de lanche, uma arquiteta de tarde e uma planejadora de aventuras infantis.

Um desfile de detalhes
Elabora lanches com figurinhas de vegetais, compra roupas para que sua filha se apresente como ela mesma, planeja viagens com um olhar futuro e não apenas para o presente.
Isso é, em parte, porque acredita que palavras têm poder transformador e que histórias podem inspirar uma vida mais plena. Sua jornada profissional, antes dedicada à pesquisa científica, a ensinou a observar o mundo com olhar analítico e reflexivo, habilidades que agora aplica em suas entrevistas exclusivas para o Alma Brasileira.
Explora o universo do bem-estar, da moda e da beleza, sempre em busca de tendências que promovam um Estilo de Vida feliz e autêntico, compartilhando perspectivas que convidem à reflexão.
Entretanto, ao criar essas memórias para sua filha, uma mãe se torna ciente de que, muitas vezes, está criando um filme que a menina não está realmente assistindo. Ela é uma cogumelo inconsciente na soft tyranny das memórias.
