Swift adota o código cbk: uma surpreendente influência de carolyn bessette-kennedy

Taylor Swift, conhecida por sua estética inconfundível – Louis Vuitton, Gucci, Charlotte Simone e Free People, botas de cano alto e aquele anel de noivado Artifex –, surpreendeu ao replicar o minimalismo dos anos 90, personificado por Carolyn Bessette-Kennedy, em sua aparição recente em Nova York.

A nostalgia dos anos contados

A cantora optou por um top cavado preto da The Row, combinado com uma saia midi de seda creme da Meshki e um blazer longo preto. Acessórios? Um mini-bolso Dior '30 Montaigne', um colar de diamantes da Audrey Rose e um lenço de diamantes da mesma marca. Ainda ali, o icônico diamante lapidado em cortes antigos, agora em uma pulseira de ouro com gravação artesanal – um detalhe que nunca a abandona.

Juntou-se a Ashley Avignone e Jerrod Carmichael. O visual, embora elegante, perdeu o toque habitual do batom vermelho vibrante, com franja e delineado marcante. A vibe geral era de uma simplicidade elegante, quase despojada – um chamado à minimalismo dos anos 90 que ressoa com a fase atual.

Um casamento à vista?

Um casamento à vista?

A escolha da paleta monocromática, o corte das roupas e até mesmo a aura de noivado que o visual transmitia sugerem que Swift e Kelce estão cada vez mais próximos do tão aguardado casamento de verão. A estética CBK, com seus detalhes escassos e a busca pela beleza na simplicidade, parece ser o novo mantra.

Recentemente, Swift se destacou em eventos como o iHeartRadio Music Awards, com um corpete verde pistache de Wiederhoeft, mini-saia e acessórios de Selim Mouzannar, Ldezen, Spinelli Kilcollin e Nak Armstrong. Mas a escolha de Wednesday night demonstra uma intenção consciente de se conectar com um zeitgeist particular.

É curioso como, em um mundo saturado de informações e tendências efêmeras, a artista volta às raízes da elegância discreta, como se estivesse buscando refúgio em um passado aparentemente distante. E quem sabe, talvez essa busca seja um prenúncio de algo ainda maior, algo que transcende a moda e se confunde com a celebração do amor.